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domingo, 20 de maio de 2012

HOMENS LENDÁRIOS I

    Estava a procura de novas histórias para compartilhar com vocês bêbados malditos dessa taverna, e é claro, lindas damas que aqui frequentam... Em minha busca por algo que satisfaça seus desejos, encontrei grande contos sobre homens que forjaram seus próprios nomes e serão lembrados pelos seus feitos até os fins dos tempos.

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    Na história da Terra tivemos diversos heróis e diversos vilões, alguns mais conhecidos e famosos que outros, mas foram homens que mudaram o rumo da história e serão sempre lembrados por seus feitos. Por isso vamos lembrar e contar a história dessas pessoas que mudaram o mundo e tornaram-se lendas:


Harald Hardrada – O Último Viking 




     Harald nasceu em uma casa de Reis e seu pai era Olaf II Haraldsson da Noruega. E como mandava a tradição de casa Real, desde cedo ele aprendeu a manejar armas, tendo pego o gosto pelomachado, o qual usava com destreza. Em poucos anos era um guerreiro temido e admirado por seus súditos.

    No ano de 1030, com apenas 15 anos, Harald foi para o capo de batalha, onde quase sucumbiu, mas por suas habilidades conseguiu escapar, junto com outros poucos homens sobreviventes. Eles partiram em exílio para as terras de Yaroslav I, o Sábio, que os acolheu, colocando esses valiosos homens em suas linhas de frente, em pouco tempo Harald foi nomeado chefe da defesa e ajudou o Rei a qual servia a manter a segurança contra os inimigos.

    Com todo seu carisma e poder de liderança, em pouco tempo Harald havia montado um pequeno exército de 500 fiéis homens, disposto a lutarem até a morte por seu General em qualquer batalha nesse mundo. Levando consigo seus seguidores, Harald se dirigiu para Constantinopla, capital do Império Bizantino.



    Não foi sem motivo que ele escolheu esse lugar, pois lá existia a Guarda Varangian, um pequeno exército de Elite, que na época era o mais temido e armado do mundo. Em pouco tempo Harald engrossava as linhas desses guerreiros e como seu machado era inquieto e poderoso na batalha, sua fama crescia a cada dia e seu nome era idolatrado por todos, pois suas façanhas nas batalhas eram temas para canções e lendas.



    Conta-se que em uma empreitada na Sicília e na Bulgária, Harald mostrou tudo que era capaz de fazer com o machado em mãos e o próprio Imperador teve que se curvar diante de tamanho poder, nomeando ele como o primeiro manglabites, uma guarda especial que teria como única função proteger o Imperador em todos os casos. Pouco tempo depois ele também recebeu o título despatharocandidatus, uma honraria que poucos homens na história do mundo alcançaram.

    Dizem que Harald acabou sendo preso mais tarde por outro Imperador sob a acusação de desvio de verbas, porém 1042 ele fugiu da cadeia e retornou para sua Terra Natal onde deveria assumir a coroa. Porém por três anos ele sumiu dos registros da história e ninguém sabe seu paradeiro verdadeiro, somente em 1045 chegou a sua casa e casou-se com Elisabeth, filha de Yaroslav e neta do rei Olof Skötkonung da Suécia.

    Para assumir o trono de sua família, Harald tinha que passar por cima de Magnus, que havia se tornado Rei e durante um tempo o clima entre dois ficou tenso, chegando muito perto de uma guerra pelo trono. Felizmente os conselheiros mais velhos e sábios, fizeram os ânimos se acalmarem e ficou resolvido que os dois governariam lado a lado.

    Para sua sorte e deleite, um ano após o acordo, Magnus morreu e Harald assumiu plenamente trono, mas isso não era bastante e ele ambicionava ter o trono da Dinamarca, assim iniciou os ataques contra o Rei Svein Ulfsson, reivindicando a soberania sobre o povo dinamarquês.



    Mas nem todos os guerreiros de seu exército tinha o mesmo poder do Rei Harald, assim ele jamais conseguiu realizar esse sonho e com tempo seus gastos com a guerra fizeram com que ele tivesse que abandonar essa luta. Sem poder tomar a Dinamarca, ele resolveu atacar em outra frente e dessa vez queria impor seu domínio sobre a poderosa Inglaterra.

    Em 1066 ele chegou à Inglaterra, levando consigo 15000 homens para destruir as defesas daquela terra. No primeiro embate, que ficou conhecido como a Batalha de Fulford, Harald teve uma vitória esmagadora e rápida.



    Acreditando que sua vitória estava garantida, Harald desceu a cidade para recolher tributos e mandou que os plebeus lhe homenageassem, mas Rei Harold não iria entregar-se fácil e pegou os invasores mal armados e pouco preocupados com um ataque surpresa. Assim ocorreu a Batalha de Stamford Bridge, onde apenas um pedaço do exército de Harald lutou contra uma poderosa força inglesa, até quase ser dizimado.

    Conta-se que quando restavam poucos dos seus homens, Harald pegou seu machado e partiu para luta. Dizem que ele tinha fogo nos olhos e que seu machado quebrava qualquer escudo em seu caminho, mais de 40 dos melhores homens ingleses foram derrubados, antes que conseguissem atingir Harald, que só se entregou depois de ter sido esfaqueado mais de 20 vezes.



    Assim caiu Harald, o Último Viking, que até hoje é considerado um dos maiores guerreiros que já andou sob esse sol, um homem que lutou a vida toda e morreu do jeito que queria, no campo de batalha.

“Um ano após a queda do rei Harald, seu corpo foi transportado da Inglaterra para o norte para Nidaros e foi sepultado na Igreja de Santa Maria, que ele havia construído. Foi observação comum que o rei Harald distinguiu-se, acima dos outros homens em sabedoria e recursos da mente. Ele era, também, acima de todos os homens, ousado, corajoso e sortudo, até dia de sua morte, como acima relacionada. A bravura é a vitória metade.” – Snorri Sturluson.








sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ferreiros Modernos: Espada Viking

   Aqui temos uma gravação dividida em 2 vídeos, onde um ferreiro dos tempos atuais realiza um incrível trabalho na tentativa de fabricar uma espada viking. Confiram:




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Mais uma aulinha básica para quem não sabe...

Salve meus chupins de caneca...hj trouxe mais um pouquinho de informação sobre esse liquido dourado de cabeleira branca que tanto amamos...a cerveja e o chopp...informações básicas para pessoas leigas no assunto...bom..espero que gostem...


Cerveja e Chope: irmãos separados na maternidade
Igual gêmeos univitelinos, o chope e a cerveja possuem aparências bastante semelhantes, mas suas “personalidades” são um tanto quanto diferentes. E, claro, o DNA não é necessariamente o mesmo. Aqui no Brasil há a tendência de se generalizar quase tudo, independentemente da área de atuação. Dentro do ramo das bebidas não poderia ser diferente. É por este motivo que os conceitos desses líquidos fermentados que são ligados pela raiz – mas diferentes entre si – acabam se misturando.

Então qual a diferença?

O fator destoante entre as bebidas se resume a uma única palavra: pausterização (tratamento térmico baseado nas etapas de esfriamento e aquecimento para eliminar os microorganismos deteriorantes). Em linhas gerais, o chope não é pasteurizado, enquanto a cerveja passa pelo procedimento.
chope-clubeer
E o que isso implica na prática? Bem, ao tornar a breja mais estéril em relação aos microorganismos existentes na sua composição, a pausterização permite que a bebida tenha um prazo de validade mais estendido.
Enquanto cervejas fechadas têm vida útil de seis meses, o chope (no barril) – que não é pasteurizado – demora em média 10 dias para azedar. Isso, porém, não é regra. É possível prolongar este prazo de diversas formas como, por exemplo, pelo processo de microfiltração que aumenta a validade da bebida. Outro ponto que merece atenção refere-se aos estilos: quanto mais fortes e alcoólicos eles forem, mais aguentam. É por isso que não é difícil ver no Brasil bons exemplos de chope estrangeiro, mesmo após dias de transporte e viagem.
chope-barril-clubeer
Neste caso pode-se dizer que o chope é a cerveja acondicionada em barris, ou seja, uma draft beer (cerveja sob pressão). O procedimento inverso de comparação também funciona: a cerveja – engarrafada ou enlatada – nada mais é do que um chope pasteurizado, para que sejam garantidas as características de estabilidade e durabilidade.
Ainda que seja óbvio, é importante dizer que algumas cervejas (justamente para conseguirem “sobreviver” mais tempo) recebem o acréscimo de conservantes, antioxidantes e estabilizantes. Outro diferencial relaciona-se ao processo de fermentação. Nos chopes, o gás carbônico surge naturalmente, mas eles também contam com uma adição externa para que possam ser extraídos do barril. Já as cervejas não recebem gás carbônico adicional, sendo seu surgimento vinculado à fermentação, mais precisamente após o envasamento.
envasamento-clubeer

Então a cerveja que conhecemos é relativamente recente?

Isso mesmo! As cervejas mais presentes em nosso imaginário só começaram a ser fabricadas em 1876, ano em que foi inventada a pasteurização. Portanto, quando se fala que a cerveja é a bebida alcóolica mais antiga do mundo, há uma especificação direta ao chope, que surgiu há cerca de seis mil anos. Aliás, a palavra “chope” (ou “chopp”) deriva do termo alemão “schopp”, que significa uma medida equivalente a 300 ml.

E o que mais preciso saber sobre o assunto?

A microfiltração e até mesmo um processo chamado flash pasteurização permitem o envasamento da draft beer em garrafas de consumo quotidiano. Portanto, cai por terra a generalização que diz que cerveja é o líquido que vem na garrafa e chope é a bebida servida/tirada na hora.
De qualquer forma é importante salientar que o chope, por suas características mais imediatistas, pede por cuidados especiais. Por exemplo: de nada adianta um produto muito bom, se o bar não possui a assepsia correta em suas tubulações e bicos de chope. Diferentemente da cerveja, que sai da garrafa para o copo, o chope depende de alguns outros fatores que, se ignorados, podem causar a sensação de produto estragado.
Ainda sobre a questão, cada vez mais se usa a cadeia de logistica resfriada, que mantém o barril a baixas temperaturas desde as etapas de fábrica até o consumo, para garantir um produto mais fresco e de melhor qualidade para os consumidores finais.
cerveja-antiga-clubeer
Após toda essa discussão sobre chope e cerveja, uma coisa é certa: é impossível não apreciar essas bebidas! E por falar em admiração pelas “fermentadas”, o CluBeer entende do assunto. Corram lá no nossosite e espiem as novidades para este mês!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Oriente...esse lugar doido...

Salve zumbis de canavial....espero que estejam bem....bem bêbados hahahaha...bom fiz uma pequena viagem pelo oriente...comprar algumas especiarias...algumas coisas novas para essa taverna...mas ...de boa...teve coisa lá que eu não tive coragem nem de relar a mão...bom...vão olhando as pinturas que fiz  por lá..e sei lá...achem oq quiserem...só não vomitem no chão...Orcus não vai gostar...


Você pode achar que já viu coisas malucas acontecendo mundo a fora, mas a verdade é que na China tudo é dez vezes mais doido, pois parece que quanto mais cresce, mas sem noção eles vão ficando por lá.
Então confira algumas das coisas mais doidas que andam acontecendo lá na terra dos chinesinhos:
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Bombardeio de cerveja...esse fogo amigo vale a pena hahaha...

Salva salve amigos vampiros de garrafa...depois de um longo tempo ausente, nas minhas intermináveis viagens, estou de volta..com bebidas diferentes entre cervejas, vinhos hidromel e tantas outras iguaria etílicas....bom trago mais uma historia de mundo de Mecanus ( acho que é assim que se escreve né..não ligo para esses detalhes)...um negocio muito interessante que vi por la...objetos que voam...não são dragões,não são pássaros e nem esses malditos magos com seus voos...mas maquinas..isso mesmo.. maquinas...bom...vejam por si mesmos e comentem......ops já ia me esquecendo..quem vomitar no chão..vou colocar pra limpar os dentes do Tarrasque...e tenho dito...e que o copo de vcs esteja sempre cheio...



Os Spitfires Cervejeiros



Em um dos momentos mais leves da Segunda Guerra Mundial, o Spitfire foi usado em um papel pouco ortodoxo: trazendo barris de cerveja para os homens na Normandia.
Durante a guerra, a Heneger e a Constable Brewery doaram cerveja de graça para a tropa.
Depois do Dia D, o abastecimento das tropas de invasão na Normandia com suprimentos vitais já era um desafio. Obviamente, não havia espaço na cadeia logística para luxos tais como a cerveja ou outros tipos de bebidas. Alguns homens, fornecedores, foram capazes de obter vinho ou outras sutilezas do país e dos habitantes locais.
Os pilotos de Spitfire da RAF tiveram uma idéia ainda melhor.O Spitfire Mk IX era uma versão evoluída do Spitfire, com suportes sob as asas para bombas ou tanques. Foi descoberto que os de bomba poderiam também ser modificados para transportar barris de cerveja. De acordo com imagens que podem ser encontradas na net, vários tamanhos de barris foram utilizados. Se os barris poderiam ser descartados em caso de emergência é desconhecido. Se o Spitfire voasse alto o suficiente, o ar frio em altitude gelava a cerveja, tornando-a pronta para o consumo no momento da chegada.Uma variação deste método foi um depósito de combustível de longo alcance, modificado para transportar cerveja em vez de combustível. A modificação ainda recebeu um designativo oficial “XXX”.Os serviços de propaganda foram rápidos em saber disto, o que provavelmente explica o uso do designativo do projeto oficial.
Como resultado, os Spitfires equipados com a Mod XXX os Pilões portadores de barril eram frequentemente enviados de volta para a Grã-Bretanha para manutenção ou funções de ligação. Eles, então, retornavam para a Normandia com barris de cerveja cheios montados sob as asas.
Entretanto, o Ministério britânico das Receitas e Impostos Especiais de Consumo entrou em cena, notificando as cervejarias que eles estavam violando a lei de exportação de cerveja, sem pagar os impostos correspondentes. Parece que Mod. XXX foi então encerrada, mas vários esquadrões encontraram saídas diferentes para reabastecer seus estroques. Na maioria deles, isso foi feito com a aprovação oficial de escalões mais altos.
Em seu livro “Dancing in the Skies”, Tony Jonsson, piloto islandês servindo na RAF, lembrou que o reabastecimento de cerveja era executado quando ele estava voando com o 65th Squadron.

Toda semana, um piloto era enviado de volta ao Reino Unido para encher alguns tanques com cerveja e voltar para o esquadrão. Qualquer pessoa que fizesse um pouso duro e perdesse o tanque seria o homem mais odiado na esquadrão por uma semana inteira. Em seu livro “Typhoon”, o piloto Desmond Scott recorda também os tanques descartáveis Typhoon cheios de cerveja, mas lamentou que ela adquiria um gosto metálico.Técnicas menos imaginativas envolviam garrafas escondidas onde quer que o espaço poderia ser encontrado na aeronave, que incluiu as caixas de munições, compartimento de bagagem ou mesmo em partes da asa, com resultados variados. Garrafas de champanhe, em particular, não reagiam bem às vibrações que foram submetidas durante essas viagens engarrafadas.

sábado, 10 de março de 2012

Bacon com tinta.....

Salve salve bebuns do caralho...vampiros de cana...vejo que a casa mudou...tb..fico só viajando para trazer para vcs coisas de outros lugares, outros mundos..outras culturas....a casa ficou bacana dessa vz...bom..trago para vcs algo inusitado....porcos com tatuagens....esses povos estranhos e suas maluquices....Aposto um pernil que Varkald vai tatuar os javalis atrozes deles....bom..chupem seus copos a vontade..mas se vomitar no chão...vou usar a sua bunda como esfregão...





Tatuagens em porcos
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